Feira Nova \ Pernambuco – PE
Histórico
Contam ao mais velhos que o local sempre foi castigado por anos e anos de seca, e uma Vertente de água salobra era a salvação para muitas pessoas que moravam nas proximidades e até alguns quilômetros e distância da cacimba.
Um homem chamado Lério resolveu construir, a sua casa junto ao local da água onde conservavam a vertente sempre limpa minando o precioso liquido para quem viesse buscá-lo.
Um certo dia caravana de ciganos que passava por ali, pediu pousada e o Sr. Lérico prontamente cedeu o local, onde descansaram, deram água aos animais e partiram, deixando uma jovem cigana apaixonada por Lério que também correspondeu ao seu amor.
Casaram-se e fizeram o local o seu lar, construíram uma casinha a sombra da gameleira e junto a vertente de água sempre limpa a espera de alguém para saciar a sede.
Por volta de década de 1880, uma grande seca, assolou a região e pessoas que moravam a vários quilômetros de distância da “Feira Nova”, vinham a ela abastecer-se. E quando se encontravam diziam uns aos outros: -De onde vem essa água? -Da Feira Nova.
E assim, à sombra frondosa da gameleira, embalado pelo amor de uma cigana nasce o município de Feira Nova.
Gentílico: vertentense do lério
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Feira Nova, ex-povoado, pela lei municipal nº 17, de 22-05-1953, subordinado ao município de Surubim.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o distrito de Feira Nova permanece no município de Surubim.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 17-I-1991.
Elevado à categoria de município com a denominação de Feira Nova, pela lei estadual nº 10622, de 01-10-1991, desmembrado de Surubim. Sede no antigo distrito de Feira Nova. Constituído do distrito sede em 01-01-1993.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
Feira Nova Pernambuco – PE
Histórico
O povoamento inicial do território hoje município de Feira Nova, deve-se a lavradores que cultivavam em culturas de subsistência e de modo rudimentar. Os primeiros caminhos que cortaram essas terras, serviam ao trânsito de gado entre Limoeiro e Vitória, e ao longo deles foram surgindo as casas.
No local onde hoje se espalha a cidade de Feira Nova, fixou-se um cidadão por nome de Joaquim Botelho que ali instalou uma casa de comercio, e, o seu tino comercial, ao ver surgir em volta de sua casa uma povoação a qual foi dados o nome de JARDIM, levou o Sr. Joaquim apoiado pelos Srs. Francisco Marinheiro, Manoel Almeida, José Gomes e Urbano Barbosa, a iniciar no povoado, aos domingos, uma feira, que com o passar do tempo veio a ser frenquentada pelos moradores de toda a vizinhança. Esta feira teve início por volta de 1906.
O povoado cresceu em função da feirinha, e como em outro local do município havia a feira antiga e tradicional, o pessoal ao dizer que ia para a feira de Joaquim Botelho, dizia ir para a “feira nova”. A denominação de Jardim só veio a ser mudada para FEIRA NOVA no ano de 1938.
Gentílico: feira-novense
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Jardim, pela lei estadual n 1931, de 11-09-1928, subordinado ao município de Glória do Goitá.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de Jardim figura no município de Glória do Goitá.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto-lei estadual nº 235, de 09-12-1938, o distrito de Jardim passou a denominar-se Feira Nova.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Feira Nova figura no município de Feira Nova.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Elevado à categoria de município com a denominação de Feira Nova, pela lei estadual nº 4945, de 20-12-1963, desmembrado de Glória do Goitá. Sede no antigo distrito de Feira Nova. Constituído do distrito sede. Instalado em 08-03-1963.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
Alteração toponímica distrital
Jardim para Feira Nova alterado, pelo decreto-lei estadual n 235, de 09-12-1938.